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Fotografia de Luís Capela
Luís Capela

Nasceu em Angola, em 1966. Aos 11 anos de idade, em Portugal, sentiu o apelo da música. Diplomou-se em Guitarra Clássica, que complementou com o Curso de Pedagogia Musical Ativa Jos Wuytack. Atualmente, é formador certificado de professores em Expressão Musical e acumula uma vasta experiência docente no ensino de música e instrumentos tradicionais em várias entidades, incluindo a Força Aérea Portuguesa, o INATEL e a Casa do Professor. Paralelamente, desenvolve atividade como compositor e arranjador. Desde 2014, foca-se na valorização da viola braguesa, tendo composto várias obras para o instrumento apresentadas a nível nacional e internacional. O seu forte compromisso com este património reflete-se na fundação do Grupo Ai Braguesa, em 2019, e no papel de auditor do Instituto Português da Qualidade na certificação do instrumento (2018-2021). Além disso, coorganiza desde 2018 as Jornadas da Viola Braguesa, em parceria com o município de Braga e com a AVIBRA. Em 2023, lançou o CD "Sá de Miranda musicado por Luís Capela". Desde 2025, integra o projeto “Novos ecos de uma paisagem sonora”, que une os sinos fundidos em Braga à música da viola braguesa e do cavaquinho.

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Fotografia de Orquestra da Universidade do Minho
Orquestra da Universidade do Minho

Com origem em 2006, por iniciativa da Professora Elisa Lessa, com o apoio da Reitoria. Iniciou a sua atividade no Grande Auditório do PEB, num concerto dirigido por Vítor Matos, com o pianista Luís Pipa como solista, integrado nas comemorações dos 250 anos do nascimento de Wolfgang Amadeus Mozart. No 33.º aniversário da Universidade do Minho, apresentou-se pela primeira vez no Salão Medieval sob a direção de Pedro Carneiro, gravando concertos para rádio e televisão. Posteriormente, iniciou um novo ciclo artístico sob direção do maestro norte-americano Toby Hoffman, destacando-se os concertos comemorativos do 36.º aniversário da universidade. Em 2009, dirigida pelo maestro Jean-Marc Burfin, participou no concerto de encerramento da XIV Semana Internacional de Piano de Óbidos, posteriormente gravado em CD. Em 2011, passou a constituir-se como Orquestra Académica, integrando o Coro do Curso de Licenciatura nos seus projetos. Ao longo do seu percurso, contou com diretores artísticos como Luís Pipa, Ângelo Martingo e Ricardo Barceló, apresentando-se regularmente sob direção de reconhecidos maestros nacionais e internacionais. A Orquestra da Universidade do Minho afirma-se assim como um projeto artístico e académico de referência.

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Fotografia de Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga
Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga

Fundada em 2017, a Orquestra de Cordofones Tradicionais de Braga dedica-se à preservação, valorização e divulgação da música tradicional portuguesa, com enfoque nos instrumentos de corda tradicionais. Ao longo do seu percurso, tem promovido o património musical popular através de concertos, encontros culturais e projetos de divulgação junto de diferentes públicos e gerações. A sua primeira apresentação pública ocorreu na Rua de S. Marcos, em Braga, junto à Casa dos Crivos, num concerto que marcou a estreia do projeto perante a comunidade. A orquestra interpretou temas tradicionais, clássicos e populares, iniciando com o Hino de Braga e encerrando com o tema “São João de Braga”, reforçando desde logo a ligação ao repertório minhoto e à identidade cultural da cidade. Com um repertório assente na tradição, mas aberto a novas abordagens e interpretações, a Orquestra tem-se afirmado como um espaço de encontro entre a memória cultural e a expressão artística contemporânea. Nos últimos anos, tem participado em diversos eventos culturais, festivais e iniciativas institucionais, consolidando o reconhecimento do seu trabalho e reforçando a presença em contextos educativos e artísticos. O seu trabalho tem contribuído para manter vivos sons, melodias e práticas musicais profundamente enraizados na cultura portuguesa.

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Fotografia de Pedro Lima Soares
Pedro Lima Soares

Pedro Lima tem-se revelado como uma das vozes mais ativas, desafiadoras e relevantes no contexto da música contemporânea nacional e internacional. A sua música procura explorar universos sonoros próprios de um meio eclético, adjacente a alguém que cresceu a ouvir música eletrónica, hip-hop e integrou uma banda de rock-progressivo no decurso do seu crescimento. A composição dita “erudita” revelou ser a tela em branco de perfeitas dimensões, e lá se têm materializado uma série de “investigações” tímbricas, harmónicas, estruturais, e nas suas partituras manifestam-se ideias singulares e extravagantes que assumem diferentes formas e expressões que variam mediante o contexto onde pretendem existir. O seu álbum monográfico, “TALKIN(G) ABOUT MY GENERATION” (Artway/NEXT) foi considerado o melhor álbum de “Música Clássica e Erudita” nos Prémios PLAY da Vodafone em 2025.  Vencedor do Prémio de Composição da SPA com o trabalho “(…) e tu, de mim voaste”. Jovem compositor residente na Casa da Música, onde compõe “Talking About my Generation” para o Remix Ensemble obra essa que mais tarde será premiada e recomendada na categoria “under 30”, na “Tribuna Internacional de Compositores” que ocorreu na Sérvia, em 2021, e, em 2024, em Vilnius na Lituânia, com a obra “Como se fosse um filho”.

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Fotografia de CIAB - Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo
CIAB - Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo

Esta entidade atua na região e tem como objetivo informar os consumidores e as empresas relativamente aos seus direitos e deveres em matéria de consumo e na resolução dos conflitos de consumo com recurso a mediação, conciliação e arbitragem. A sua ação ação tem como características a facilidade de acesso (regras de compreensão simples para as partes e funcionamento amigável), a celeridade na resolução (os processos são, por regra, encerrados em menos de 90 dias), a segurança das decisões (o acordo ou as sentenças têm o mesmo valor dos obtidos no Tribunal Judicial), a proximidade dos utentes (os utentes desta entidade podem aceder aos seus serviços através de vários canais disponíveis) e a gratuitidade tendencial (os serviços prestados são, na sua maioria gratuitos). Em 2025 foram entregues neste Tribunal de Consumo 1.872 processos de reclamação, arquivaram-se 1.787 e resolveram-se 1.640 (solucionados por mediação com acordo, conciliação e arbitragem), o que se traduziu em 92% de resolução de processos e com um tempo médio de resolução processual de 63 dias. O CIAB integra mais de 30 instituições associadas (24 Câmaras Municipais, 3 Comunidades Intermunicipais, 3 Universidades, 2 Associações de Consumidores e 4 Associações Empresariais). Em 2027 completará 30 anos de existência, sendo considerado um dos melhores Tribunais de Consumo do país.

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Fotografia de CIM Cávado
CIM Cávado

A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado, foi constituída por escritura pública outorgada em 30 de outubro de 2008 e integra e representa os municípios de Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde, estando classificada na NUTS III do Cávado. Tendo por objetivo conjugar, promover e articular interesses comuns aos municípios associados, a sua missão centra-se na promoção de estratégias conjuntas de desenvolvimento económico, social e ambiental (planeamento e estratégia regional, articulação de investimentos, gestão de programas e fundos, mobilidade e transportes, redes de abastecimento público, saneamento básico e gestão de resíduos, gestão da rede educativa, formação profissional, redes de equipamentos de saúde, culturais, desportivos e de lazer e segurança e proteção civil), contribuindo para a coesão territorial e para o desenvolvimento equilibrado da região.  Destaca-se a responsabilidade da CIM na mobilidade, sendo responsável pela operação “Cávado Mobilidade”, estando a preparar o novo contrato de transporte público de 2.ª geração, com início em 2028. Garantirá, assim, uma rede mais ampla, melhor integração territorial e serviços de informação ao público alinhados com as melhores práticas europeias, com um reforço significativo da oferta de transporte público na região.

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Fotografia de GNRation
GNRation

Resultante da Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude, o gnration é um espaço de criação, performance e exposição no domínio da Música Contemporânea e da relação entre Arte e Tecnologia. Como espaço de referência cultural incontornável de Braga, foi em 2014 contemplado com o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana. Através de uma estratégia sustentada e de permanente abertura à comunidade afirma-se como polo aglutinador de dinâmicas culturais e criativas, assumindo-se como um espaço orientado para a sensibilização e formação de novos públicos, expondo-os a práticas artísticas relevantes à luz de uma perspetiva contemporânea e cosmopolita. A programação cultural do gnration assenta em dois pilares fundamentais, passíveis de serem encarados de forma independente ou articulada. A Música Contemporânea e a relação entre Arte e Tecnologia são o mote para a programação de atividades de perfil performativo, expositivo e educativo. Em simultâneo com a sua imensa atividade cultural, este espaço tem também acolhido eventos de entidades externas, como conferências, seminários, palestras, reuniões de pequenos e grandes grupos, apresentações, workshops e tertúlias. Desde 2021, o gnration é estrutura integrante da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP). Em 2023, o gnration é também estrutura integrante da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC).

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Fotografia de Museu Nogueira da Silva
Museu Nogueira da Silva

O Museu Nogueira da Silva (MNS) deve a sua fundação ao legado de António Nogueira da Silva, doado à Universidade do Minho em 1975. Originário de uma família bracarense, destacou-se por uma notável atividade filantrópica, tendo sido distinguido, tanto pelo Estado como pela Igreja, com várias ordens honoríficas. A dimensão do edifício, o jardim envolvente e a sua localização no centro da cidade possibilitam a dinamização de atividades culturais complementares ao Museu, nomeadamente a Galeria da Universidade, onde se realizam exposições temporárias; os auditórios destinados a conferências e concertos; a Fototeca; o Espaço Maria Ondina Braga, dedicado à escritora bracarense; e o Serviço Educativo, que desenvolve uma programação diversificada de atividades para escolas. No jardim existe a cafetaria “Jardim do Chá”, onde é possível usufruir da tranquilidade do espaço, apreciando um chá ou café. A exposição permanente integra importantes coleções de pintura, escultura, mobiliário, porcelana, ourivesaria, marfins, tapeçarias e azulejos. Entre as várias peças, de destaca-se a placa de marfim representando a Virgem com o Menino, datada de meados do século XVII, bem como a Sagrada Família hispano-filipina do mesmo período. O MNS pertence à Rede Portuguesa de Museus, à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea e à Rede Regional de Museus de Território da Região Norte.

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Fotografia de José Cordeiro
José Cordeiro

Nasceu em 1967, em Vila Nova de Seles, Angola. Em 1975, veio com a família para Parada, Alfândega da Fé, frequentou o Seminário Menor da Diocese de Bragança-Miranda e o Seminário Maior do Porto. Foi ordenado presbítero em 1991. De 1991 a 1999 foi pároco, diretor espiritual no Seminário Diocesano de Bragança, capelão do Instituto Politécnico de Bragança e responsável de outros serviços pastorais. De 1999 a 2001 estudou no Pontifício Instituto Litúrgico do Ateneu de Santo Anselmo, em Roma, obtendo a licenciatura em Liturgia, e em 2004 o doutoramento. De 2005 a 2011 foi Reitor do Pontifício Colégio Português. De 2004 a 2011 foi professor no Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, em Roma e na Pontifícia Universidade de São Tomás de Aquino. Em julho de 2011 foi nomeado Bispo de Bragança-Miranda, recebendo a Ordenação Episcopal em outubro de 2011. Desde 2016 é membro do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. É Presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade (CEP). Em dezembro de 2021 foi nomeado Arcebispo Metropolita de Braga, iniciando o ministério em fevereiro de 2022. No dia 14 de abril de 2026 foi eleito Vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.

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Fotografia de José Teixeira
José Teixeira

Empresário de Braga, mestre em Engenharia Civil pela Universidade do Minho, administrador e Presidente do Conselho de Administração de diversas empresas do dstgroup, bem como de outras empresas, ligadas às áreas de engenharia e construção, ambiente, energias renováveis, telecomunicações, real estate e ventures. É Vice-presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho; Presidente da Assembleia Geral da AEMINHO - Associação Empresarial do Minho; Presidente da Assembleia Geral da Associação ProChild CoLab Against Poverty and Social Exclusion; Presidente do Conselho Estratégico do IB-S - Institute of Science and Innovation for Bio-Sustainability; Presidente do Comité de Investimento do Minho Inovação e Internacionalização; Membro do Conselho Consultivo da Sociedade Civil da Casa do Conhecimento da Universidade do Minho; Membro do Comité de Fundraising da Universidade do Minho; Membro Externo da Comissão de Autoavaliação da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica de Braga; Membro do Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Intermunicipal das CIM Cávado e do Ave; Membro individual do Conselho Estratégico da Investbraga; Embaixador Empresarial da Cidade de Braga, Business Angel – sbs capital fund e Membro do Conselho de Orientação da Licenciatura em Ciências e Sociedade da Universidade Católica.

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