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Fotografia de Conferências da Sociedade de S. Vicente de Paulo
Conferências da Sociedade de S. Vicente de Paulo

As Conferências Vicentinas de Braga, integradas na Sociedade de S. Vicente de Paulo (SSVP), constituem um pilar fundamental da caridade cristã e da justiça social na Arquidiocese. Inspiradas pelo carisma de Frederico Ozanam e pela espiritualidade de São Vicente de Paulo, estas redes de leigos dedicam-se ao serviço direto e personalizado às famílias mais vulneráveis da região. A atuação vicentina distingue-se pela visita domiciliária e pelo contacto próximo com as famílias, no qual os confrades e consócias entram em contacto direto com as realidades de pobreza e exclusão. Mais do que a entrega de bens materiais ou de ajuda alimentar, o foco reside no acolhimento, na escuta e na promoção da dignidade humana, procurando soluções que permitam às pessoas superar as suas dificuldades. Estrategicamente organizadas em 13 paróquias do concelho de Braga, as Conferências trabalham em rede com a comunidade local para apoiar mais de 400 famílias e contam com cerca de 130 vicentinos voluntários. Num mundo marcado por novas formas de pobreza, como a solidão dos idosos e a precariedade dos imigrantes, o trabalho vicentino em Braga renova-se constantemente.

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Fotografia de Liga Portuguesa Contra o Cancro – Delegação de Braga
Liga Portuguesa Contra o Cancro – Delegação de Braga

Fundada a 13 de maio de 2013, o seu principal objetivo é prestar apoio psico-oncológico especializado a pessoas com doença oncológica, suas famílias, cuidadores e profissionais de saúde, pelo impacto devastador (ansiedade, revolta, depressão e medo) que a doença pode causar a todos aqueles que lidam com ela. Este apoio é prestado em todas as fases da doença, desde o pré-diagnóstico até à fase do luto. Para além do auxílio psicológico e da promoção da literacia em saúde, através de ações de sensibilização/formação a toda a comunidade, a delegação presta, também, apoio social a doentes carenciados, nomeadamente em medicamentos, despesas de luz e água, despesas de transporte e através de cabazes alimentares. Adicionalmente, presta apoio jurídico, consultas de nutrição, aulas de yoga, pilates clínico, reiki, meditação e biblioterapia. A equipa residente de apoio é composta por quatro psicólogos, uma educadora social e uma administrativa. Esta delegação conta com 25 voluntários comunitários e desde março de 2025 com 80 voluntários hospitalares na área da oncologia na ULS Braga. Já foram realizadas cerca de 17.000 consultas de psico-oncologia e 80 sessões de grupos terapêuticos. Mensalmente, apoia cerca de 350 doentes de forma gratuita.

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Fotografia de Damião Pereira
Damião Pereira

Com 20 anos de idade, é natural de Braga e frequenta o 3.º ano da licenciatura em Física na Universidade do Minho. Foi recentemente distinguido pelo programa “Novos Talentos 2025” da Fundação Calouste Gulbenkian, iniciativa que apoia jovens de elevado potencial académico que demonstram curiosidade intelectual, pensamento crítico e motivação para iniciar investigação científica. Este programa inclui, ainda, o acompanhamento por tutores, retiros e workshops, bem como formações avançadas, conferências e estágios. No âmbito da bolsa “Novos Talentos 2025”, encontra-se atualmente a estudar as propriedades óticas e topológicas de cadeias unidimensionais de nanopartículas metálicas. O seu percurso académico tem sido pautado pela excelência, tendo também sido distinguido com a Bolsa de Excelência da UM em 2024 e 2025. Paralelamente ao seu brilhante percurso académico, desempenha funções como dirigente associativo, integrando o Núcleo de Estudantes de Física e Engenharia Física da UM. A curiosidade pelo desconhecido e a possibilidade de compreender fenómenos que nos rodeiam através da intuição física foram os principais fatores que o levaram a escolher a área de Física, continuando a ser a motivação para querer ir mais além. Entre os seus objetivos, está o de querer continuar a estudar, a expandir horizontes e aproximar-se da fronteira do conhecimento.

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Fotografia de Fernando Vieira
Fernando Vieira

Nasceu em 1996, em Braga. Desde cedo esteve ligado ao associativismo, no qual se destaca o Grupo de Jovens de São Victor como anos importantes no seu crescimento pessoal e comunitário. É mestre em Arquitetura pela Universidade do Minho com o último ano de mestrado frequentado na Universidade de Wroclaw, Polónia. No seu percurso académico fez parte de várias associações onde se destaca a Presidência do Núcleo de Estudantes de Arquitetura da Universidade do Minho e a Vice-Presidência da Mesa da Reunião Geral de Alunos da Associação Académica da Universidade do Minho. No seu percurso associativo destaca-se o envolvimento com várias associações juvenis de Braga de diversas áreas bem como da sociedade civil. É desde 2022 o Presidente da FAJUB - Federação de Associações Juvenis do Distrito de Braga. No âmbito nacional integrou também em 2022 a Direção da FNAJ - Federação Nacional de Associações Juvenis como Vice-Presidente e mais recentemente, em 2024 assumiu a sua Presidência.  Na sua vida pessoal e profissional defende que a participação cívica dos jovens no associativismo faz com que resultem verdadeiras alterações comunitárias e sociais e que com isto se potencializam as melhores capacidades de cada um para o futuro de todos.

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Fotografia de João Pedro Freitas
João Pedro Freitas

Nasceu em Braga, em 2005. O seu percurso na dança iniciou-se na Ent'Artes - Escola de Dança de Braga, em 2015.  O seu gosto pela dança e o seu talento, levou-o, em 2019 a mudar-se para a Suíça, após ter ganho uma bolsa para continuar a sua formação na Ballettschule Theater Basel. Na sua formação teve o privilégio de aprender com professores de referência, destacando-se Diana Sá Carneiro, François Petit e Amanda Bennett, tendo também dançado sob a direção de vários coreógrafos como Craig Davidson, Richard Wherlock, Andrew McNicol, Iratxe Ansa e Igor Bacovich. Em 2023 passou a integrar a Companhia Nacional de Bailado (CNB). Nesta, fruto das suas qualidades e talento, teve a oportunidade de participar em elencos de vários bailados, incluindo, La Sylphide, Reel; Upstream; Workwithinwork (William Forsythe); Uprising e Minus 16. O seu percurso conta também com a participação em diversas competições, incluindo a Tanzolymp – International Dance Festival, Youth America Grand Prix e Youth America Grand Prix Finals (Nova Iorque), Dance World Cup e o Concurso Internacional de Bailado do Porto. Ultimamente, no Bailado O Lago dos Cisnes, João Pedro Feitas subiu ao palco no papel principal de Siegfried. João Pedro Freitas é atualmente, bailarino de Corpo de Baile da Companhia Nacional de Bailado.

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Fotografia de Rita Duarte
Rita Duarte

Natural de Braga, mestre em ensino de música pela ESMAE, licenciada em canto lírico pela Escuela Superior de Canto de Madrid, tendo iniciado os seus estudos na AE Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Ao longo do seu percurso trabalhou com inúmeros professores como Luís Taveira, Elisa Belmonte, Inês Sofia Fernandes, Ana Paula Matos e Maria José Carvalho. Atualmente é professora de canto e coro na Academia de Música de Vila Verde, colabora com a Orquestra Viv´Arte, tendo atuado recentemente na Gala Namorar Portugal cantando com a artista de renome Ana Bacalhau. É também coproprietária do grupo musical Ao Som do Sonho. Rita Duarte realizou inúmeras masterclasses com cantores de renome como Alessandra Di Luca, Gianluca Belfiori, Viviana Ciaporela, Angela Ahiskal, António Salgado, Dora Rodrigues, Carla Caramujo, Luís Rodrigues, Isabel Alcobia, Mário João Alves, Liliana Bizineche e Sara Braga Simões. Fez parte de produções operáticas e musicais como “Les Contes d'Hoffman” de Offenbach, “Amahl and the night visitors” de Menotti, “L'Incoronazione di Poppea” de Monteverdi, “Under Milk Wood” de Dylan Thomas, “Theatro - um ensaio geral” de Fontes, Martins e Lima (estreia mundial), “The Little Prince” de Portman, entre outras.

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Fotografia de Associação de Moradores do Bairro das Andorinhas
Associação de Moradores do Bairro das Andorinhas

Fundada a 25 de fevereiro de 1991, a Associação de Moradores do Bairro das Andorinhas, tem por propósito desenvolver um trabalho diário de proximidade junto da comunidade, promovendo iniciativas sociais, educativas, culturais, recreativas e desportivas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos moradores e para o fortalecimento da coesão social no Bairro das Andorinhas. Contando com 315 sócios, esta Associação atua em áreas como a promoção da saúde e de estilos de vida saudáveis, o apoio social e educativo, o combate ao isolamento, a inclusão intergeracional, a cidadania ativa e a prevenção do insucesso e abandono escolar precoce. Ao longo dos anos, têm sido dinamizadas atividades para todas as faixas etárias, como o Passeio a Fátima, as Comemorações do Dia da Criança, o Almoço de Natal para Seniores, as Festas da Páscoa e Natal para as crianças, as aulas de informática, as aulas de kickboxing, as aulas de zumba e as caminhadas. Gerido pela Bragahabit, o Bairro das Andorinhas integra 224 habitações e acolhe mais de 700 residentes. A Associação de Moradores do Bairro das Andorinhas é regularmente convidada a intervir em situações de apoio social e comunitário, funcionando como elo de ligação entre moradores, instituições e parceiros locais.

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Fotografia de Grupo Folclórico da UM
Grupo Folclórico da UM

Foi fundado a 22 de junho de 1993, integrando as festas sanjoaninas da cidade de Braga. Inserido na ARCUM - Associação Recreativa e Cultural Universitária do Minho, a sua criação prende-se com os objetivos de recolha, preservação e divulgação da cultura popular do Baixo Minho. Com o seu trabalho dá a conhecer as mais variadas manifestações típicas do povo minhoto: o trajar, o cantar e o dançar nos finais do século XIX e inícios do século XX, procurando despertar na juventude académica o respeito e a valorização pelas tradições populares e pelo património imaterial da região minhota. Comemorou recentemente o seu 30.º aniversário com o projeto cultural “Voltas da Tradição”, de onde se destacaram inúmeras iniciativas como exposições, mostras de trajes, formações, workshops, o recital “Canção Bracarense”, o concerto “Quem canta, seus males espanta” e o festival “Memória” - Festival Universitário de Artes e Tradições, promovendo a salvaguarda das memórias dos nossos antepassados. Ao longo do seu percurso, que já dura há mais de três décadas, o grupo tem mantido um trabalho contínuo de valorização da identidade cultural minhota, contribuindo para aproximar as novas gerações das tradições populares e da riqueza etnográfica da região.

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Fotografia de Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda
Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda

O Grupo Folclórico de Santa Maria de Aveleda nasceu das tradicionais rusgas organizadas pelas freguesias rurais do concelho de Braga para participarem na romaria de São João, em meados do século passado. Depois do êxito alcançado em 1963, os seus participantes, com o apoio de João Pereira Leite, deram origem ao grupo folclórico, que se apresentou publicamente pela primeira vez nas Festas de Nossa Senhora do Parto, a 22 de setembro desse mesmo ano. Em 1973, um grupo de jovens com o apoio de Adelino Ribeiro, José Marques e João Gonçalves, iniciam um trabalho de recolha etnográfica junto das populações de Aveleda e das freguesias vizinhas, onde foram reunidos materiais e testemunhos que ainda hoje integram o seu repertório tradicional. Este inclui temas como “Vira de Aveleda”, “Regadinho”, “Beijinho” e “Romeirinhos à Senhora do Parto”, apresentados com trajes tradicionais da Encosta, Vale d’Este, Capotilha e Ribeira. Com atuações de norte a sul do país e no estrangeiro (Espanha, França e Alemanha), o grupo afirma-se na atualidade, como um representante de referência da cultura popular minhota. É sócio da Federação do Folclore Português e organiza anualmente o Festival de Folclore do Vale d’Este.

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Fotografia de Malad'arte – Grupo de Teatro de Braga
Malad'arte – Grupo de Teatro de Braga

A MalaD’arTe foi fundada em 2015 e encontra-se sediada no Auditório Sebastião Alba, na Escola Secundária Alberto Sampaio. Nestes 11 anos de existência, a sua atividade tem-se inserido em diversas áreas artísticas, contando com um percurso ligado à arte, à cultura, à criação de novos públicos e à ligação com comunidades, promovendo sempre a proximidade entre a cultura e as pessoas. Nos últimos anos, desenvolveu vários projetos focados na participação comunitária, envolvendo ativamente a comunidade e ajudando a combater a exclusão social e cultural. Destacam-se o projeto "Viagem ao Penedo das Letras”, estreado em 2025, os vários laboratórios de criação teatral e o projeto "Recriação do Comício de 26 de abril de 1974 em Braga”, integrado nas comemorações municipais dos 50 anos do 25 de Abril. Para além do foco no meio teatral, a MalaD’arTe tem também apostado no audiovisual, com projetos como o documentário"Rio Este”, o filme-documentário "O que veem os Anjos” e, mais recentemente, o documentário "Entre Aplausos”, dedicado ao percurso, equipa e processo criativo da entidade. A MalaD’arTe assume ainda a gestão do"Centro de Experimentação e Criação Artística” de Oliveira de S. Pedro e tem vindo a estabelecer parcerias por todo o território nacional.

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