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Fotografia de Conservatório Bomfim
Conservatório Bomfim

Criado em 1993, através do enraizamento na comunidade e do diálogo com parceiros institucionais como o Município de Braga, a Universidade do Minho e o Instituto Português de Museus, afirma-se como uma instituição de referência na promoção cultural e no ensino artístico especializado da música em Braga. Tutelado pela Fundação Bomfim, sem fins lucrativos, desenvolve um projeto educativo que promove o acesso à cultura e à comunicação e expressão musical, proporcionando para o efeito formação vocacional especializada de excelência. Com alunos do pré-escolar ao 12.º ano, ministra cursos oficiais de Ensino Artístico Especializado de Música e diversos cursos livres, promovendo o desenvolvimento das capacidades musicais através de um ensino de elevada exigência técnica e artística. Para além da formação musical, valoriza princípios como a autoestima, a persistência, a sociabilidade e a educação estética e humanista. Impulsionados por um conjunto dedicado de experientes músicos e pedagogos de formação superior, são diversos os seus alunos anualmente premiados em concursos nacionais e internacionais. Para além de 600 alunos na sua sede, o Conservatório Bomfim é responsável pelo ensino de música em escolas públicas e privadas de Braga, servindo semanalmente mais de 2.300 alunos.

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Fotografia de Escola Básica de Este São Mamede
Escola Básica de Este São Mamede

Esta unidade educativa de Este S. Mamede, pertencente ao Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, afirma-se como uma instituição educativa de referência no concelho de Braga, promovendo uma educação assente na inclusão, na inovação pedagógica e no desenvolvimento integral dos alunos. Sustentado por uma cultura de proximidade, cooperação e respeito pela individualidade, procura criar ambientes de aprendizagem seguros, acolhedores e estimulantes. Ao longo do seu percurso, tem desenvolvido projetos que incentivam a cidadania ativa, a criatividade, a sustentabilidade, o sucesso educativo e a participação da comunidade escolar. A aposta em metodologias inclusivas e em respostas ajustadas às necessidades de cada criança traduz o compromisso com uma educação acessível, equitativa e promotora da igualdade de oportunidades. A articulação entre docentes, técnicos, famílias e parceiros locais constitui um dos pilares da sua ação educativa, fortalecendo uma dinâmica colaborativa que contribui para a formação de cidadãos responsáveis, críticos e solidários. Mais do que um espaço de ensino, a EB1/JI de Este São Mamede assume-se como um agente de transformação social, comprometido com uma escola humanista, inovadora e preparada para os desafios do presente e do futuro.

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Fotografia de Externato Carvalho Araújo
Externato Carvalho Araújo

O Externato Carvalho Araújo é um estabelecimento de ensino particular fundado em 29 de março de 1972, com sede e instalações na Quinta dos Lagos, em Braga. Funciona em regime de autonomia pedagógica, ministra o 2.º e o 3.º ciclo do ensino básico e o ensino secundário nas áreas de Ciências e Tecnologias, Ciências Socioeconómicas e Línguas e Humanidades. Ao longo de várias décadas, o Externato tem desenvolvido um projeto educativo centrado no aluno, assente na qualidade do ensino, no rigor pedagógico e na valorização do sucesso pessoal e académico dos alunos. A excelência do corpo docente e das instalações tem permitido consolidar uma identidade educativa marcada pela proximidade e pela exigência. Pelas suas salas de aula passaram milhares de alunos e centenas de professores, mantendo-se uma forte ligação à comunidade bracarense. Atualmente, a instituição conta com alunos filhos e netos de antigos estudantes, testemunhando a continuidade e confiança das famílias ao longo das gerações. O Externato Carvalho Araújo continua a afirmar-se como uma instituição de referência no panorama educativo local. A dedicação, a exigência e a humanidade daqueles que nele trabalham, aliados a uma atenção dedicada a cada aluno, constituem algumas das facetas mais marcantes da sua identidade educativa.

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Fotografia de Profitecla
Profitecla

Fundada em 1989, a Escola Profissional Profitecla destaca-se por ser a maior escola profissional de Portugal e pela sua excelência no panorama educativo. Com uma abordagem inovadora e foco na formação técnica e prática, prepara os alunos para os desafios do mercado de trabalho contemporâneo. Com polos em Braga, Barcelos, Guimarães, Porto, Matosinhos, Coimbra, Viseu e Lisboa, a sua missão é promover o desenvolvimento pessoal e profissional dos seus estudantes. A Profitecla oferece cursos nas áreas de hotelaria, restauração, comunicação, turismo, programação, saúde e gestão, entre outros. A sua metodologia pedagógica, aliada a instalações modernas e equipamentos de última geração, cria um ambiente propício à aprendizagem eficaz e à aquisição de competências relevantes. Os alunos da Profitecla têm acesso a estágios nacionais e internacionais em empresas de renome, permitindo-lhes aplicar os conhecimentos adquiridos em contexto real de trabalho e estabelecer contactos valiosos no mercado profissional. A escola promove ainda uma cultura de empreendedorismo e inovação, incentivando os alunos a desenvolverem projetos próprios e a explorarem o seu potencial criativo. Com um corpo docente altamente qualificado, a Profitecla é uma escolha de referência para quem procura uma formação sólida e perspetivas de carreira promissoras.

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Fotografia de Bananeiro
Bananeiro

O Bananeiro de Braga é uma das mais emblemáticas tradições populares da região e um dos maiores símbolos identitários da cidade. Tudo começou de forma simples, na histórica Casa das Bananas, na Rua do Souto, quando Manuel Rio decidiu oferecer uma banana a quem bebesse um cálice de moscatel. O improvável encontro entre a fruta e o vinho acabou por dar origem a um dos rituais natalícios mais genuínos e acarinhados da região. Ao longo das décadas, a tradição cresceu de forma espontânea e transformou-se num verdadeiro momento de celebração coletiva. Na tarde de 24 de dezembro, milhares de pessoas enchem o centro histórico de Braga para reviver este costume singular, num ambiente marcado pelo convívio, pela amizade e pelo reencontro entre famílias, emigrantes e visitantes vindos de diferentes pontos do país e do estrangeiro. Mais do que uma tradição festiva, o Bananeiro representa a capacidade de Braga preservar e renovar as suas raízes populares. Entre brindes de moscatel, bananas partilhadas e ruas cheias de vida, a cidade continua a afirmar uma celebração única no panorama das tradições portuguesas. Ano após ano, o Bananeiro reforça também a imagem de Braga como uma cidade profundamente ligada às suas tradições.

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Fotografia de Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura
Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura

Braga foi Capital Portuguesa da Cultura em 2025, assinalando um momento de celebração de um percurso consistente que, desde 2018, colocou a cultura no centro da estratégia de afirmação e desenvolvimento da cidade. Finalista na corrida ao título de Capital Europeia da Cultura 2027, Braga foi uma das primeiras cidades a acolher o novo título nacional, reforçando o seu posicionamento no panorama cultural. Ao longo do ano, o programa integrou cerca de 1.200 atividades, contemplando não apenas apresentações artísticas, mas também ações de formação, iniciativas de capacitação, projetos de mediação cultural e dinâmicas participativas. Deste conjunto, sobressaem 253 espetáculos e 95 exposições, que mobilizaram quase 1,5 milhões de espectadores, evidenciando a forte adesão do público. Neste percurso estiveram envolvidos cerca de 1.200 artistas, metade dos quais de origem local, a par de 19% internacionais, refletindo simultaneamente o enraizamento no território e a abertura ao exterior e ao diálogo global. Importa sublinhar o impacto significativo desta iniciativa, que deixará um legado duradouro, nomeadamente no alargamento de públicos e de territórios culturais em Braga, bem como na continuidade de projetos estruturantes como os festivais Square e Extremo, o programa de apoio Supracasa e o projeto Clube Raiz.

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Fotografia de Festa da Páscoa da Cónega
Festa da Páscoa da Cónega

Fazendo parte da Semana Santa de Braga, a Festa da Páscoa da Cónega tem mais de três séculos de existência, tornando-a numa das mais antigas e belas tradições da cidade. A Rua da Boavista é o centro da celebração que alia o sagrado ao profano. A Queima do Judas, no Sábado de Aleluia, marca o início dos festejos pascais, que se estendem até segunda-feira. Este dia começa com o Compasso Pascal, que sai da Sé em direção à Capela do Senhor das Ânsias, e manda a tradição que seja acompanhado de uma banda de música. Assiste-se, também, à chuva de flores como forma de exortação do Cristo Ressuscitado. Por estes dias é comum vermos as janelas da Rua da Boavista enfeitadas com colchas coloridas. As celebrações culminam, na Segunda-Feira de Páscoa com o “Querermos Deus”. O Cortejo, também ele acompanhado de uma banda musical, marca a recolha das cruzes e tem como destino final a Sé. Começa no fundo da Rua da Boavista, onde se canta em uníssono durante todo o percurso. A organização fica a cargo de uma Comissão de Festas, composta por moradores, que insistem em manter a viva esta celebração única e secular.

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Fotografia de Festival Literário Utopia
Festival Literário Utopia

O Festival Literário Utopia é uma marca global de eventos literários que nasceu em Braga, cidade que continua a ser o território fundador e principal ponto de encontro deste projeto cultural. Colocando o livro no centro da programação, o Festival Literário Utopia estabelece diálogo com todas as artes e com os diferentes ramos do conhecimento, cruzando literatura, pensamento, música, arquitetura, ciência, artes visuais, política, filosofia e performance. Ao longo de dez dias, o festival transforma Braga num espaço de circulação de ideias, reunindo escritores, artistas, investigadores, músicos, leitores e instituições culturais nacionais e internacionais. O Utopia tem vindo a consolidar-se como uma plataforma de programação contemporânea com crescente projeção internacional, contando atualmente com edições e extensões em Braga, nos Açores e na Colômbia. O Festival afirma-se como um espaço aberto para a criação, reflexão e encontro entre disciplinas, públicos e geografias. Desde a sua criação, tem recebido figuras como o Prémio Nobel da Literatura Abdulrazak Gurnah, Gilles Lipovetsky, Leila Slimani, Mia Couto, Lídia Jorge, Ricardo Araújo Pereira ou Dino D’Santiago, contribuindo para afirmar Braga como uma cidade aberta ao pensamento, à cultura e ao diálogo internacional e reforçando o papel de Braga como um relevante centro cultural contemporâneo.

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Fotografia de O Salto – Associação de Apoio à Saúde Mental
O Salto – Associação de Apoio à Saúde Mental

O Salto é uma IPSS que intervém na área da Saúde Mental, em Braga. Reconhecida como pessoa coletiva de utilidade pública, desde 2000 que apoia, diariamente, cerca de 18 pessoas com perturbações psiquiátricas. As atividades que oferece no seu fórum sócio-ocupacional - que funciona de segunda a sexta-feira, das 9:00 às 16:00 horas, com intervalos para almoço e lanche - visam estimular e desenvolver as funções cognitivas e as competências sócio-emocionais dos utentes. Estes são acompanhados nas rotinas diárias e na toma de medicação. Garante ainda o apoio psicológico quer a utentes, quer aos seus familiares. Procura, sobretudo, promover a autonomia e qualidade de vida da pessoa com doença mental. Das variadas iniciativas que leva a cabo, salienta-se as incursões no exterior (natação, boccia, visitas), as oficinas de trabalho concretizadas por voluntários, o Grupo de Leitura e Teatro, O Salto, com atuações públicas anuais que a todos gratificam, e o projeto Um Salto Fora, iniciado este ano com apoio psicológico de proximidade prestado em juntas de freguesia parceiras. Desta forma aposta na prevenção da exclusão social, na prevenção da dependência e da institucionalização, na integração na comunidade local. Porque a Saúde Mental é uma causa de todos e para todos.

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Fotografia de Refood Braga
Refood Braga

A Refood Braga é um núcleo da rede nacional Refood, movimento de voluntariado dedicado à recuperação e redistribuição de alimentos excedentes, com o duplo objetivo de combater o desperdício alimentar e apoiar famílias em situação de vulnerabilidade. Fundado a 14 de fevereiro de 2015, o núcleo de Braga opera através de uma rede de pontos de recolha junto de supermercados e outros parceiros locais, assegurando que alimentos em boas condições, que de outra forma seriam descartados, chegam à mesa de quem mais precisa. A operação é inteiramente sustentada por 244 voluntários, que diariamente se organizam para recolher, transportar e distribuir os alimentos recolhidos. Em 2025, a Refood Braga doou 138.420 refeições, apoiando 385 famílias (828 beneficiários) graças ao empenho dos seus voluntários, números que traduzem dez anos de crescimento sustentado e de compromisso inabalável com a comunidade. Mais do que uma resposta à escassez alimentar, a Refood Braga representa um modelo de cidadania ativa e solidariedade comunitária, onde cada voluntário contribui para uma cidade mais justa e mais consciente. Este é um projeto que, dia após dia, faz a diferença na vida de quem mais necessita.

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