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Fotografia de Avelino Amorim
Avelino Amorim

Nascido em 1973, em França, frequentou os Seminários de Braga, tendo concluído a Licenciatura em Teologia, na Universidade Católica de Braga. Foi ordenado presbítero em 1997. Foi pároco em Amares e Terras de Bouro durante uma década. Em 2007 foi nomeado Diretor do Seminário de Nossa Senhora da Conceição, juntamente com o Departamento para a Pastoral Vocacional, cargos que exerceu até 2016. Nesse ano foi nomeado Pároco de São Miguel de Gualtar, e em setembro de 2020 Pároco de Este São Mamede. Ainda em 2016, foi nomeado Coordenador do Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens. É Diretor Espiritual no Movimento Convívios Fraternos, Juiz Adjunto do Tribunal Eclesiástico Bracarense, Cónego do Cabido da Sé de Braga, Vigário Episcopal para o Desenvolvimento Humano Integral e Presidente do Fundo Partilhar com Esperança, fundo eclesial para situações sociais de emergência. Desde 2018, é Presidente da Comissão da Quaresma e Solenidades da Semana Santa de Braga, e Vice-Presidente da Rede Europeia de Celebrações da Semana Santa e Páscoa. Em julho de 2016 foi nomeado moderador da Unidade Pastoral do Bom Jesus (Gualtar, São Mamede de Este, São Pedro de Este e Tenões) e em 2025 foi nomeado Chanceler da Cúria Arquidiocesana de Braga.

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Fotografia de Fernando Vilaça
Fernando Vilaça

Nasceu em 1947, na freguesia de Tadim, concelho de Braga. Exerceu funções em várias instituições: Junta Central das Casas do Povo, no período de novembro/72 a maio/85; Centro Regional de Segurança Social de Braga, no período de junho/85 a agosto/92; Serviço Nacional de Bombeiros, a partir de setembro/92 até abril/99. No período de novembro/72 a maio/75, foi responsável pelo Setor de Apoio, Tutela e Fiscalização às Casas do Povo. De 1985 a 1992 foi o Coordenador dos Serviços de Fiscalização do Centro Regional de Segurança Social de Braga. A partir de 31/05/93, foi Inspetor Regional Adjunto da IRB Norte. Teve uma longa participação na vida ativa dos Bombeiros. Cumpriu vários cargos nos Bombeiros Voluntários de Viatodos, na Federação dos Bombeiros do Distrito de Braga e na Liga dos Bombeiros Portugueses. Em 1999 aposentou-se na categoria de Inspetor Regional Adjunto de Bombeiros. Foi agraciado com três distinções honoríficas da Liga dos Bombeiros Portugueses: a Medalha de Serviços Distintos de Grau Prata, a Fénix de Honra e o Colar de Mérito. Ao longo de décadas de serviço público e trabalho voluntário, construiu um percurso marcado pelo compromisso, pela liderança e por um contributo decisivo na defesa dos bombeiros portugueses.

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Fotografia de Manuel Joaquim Costa
Manuel Joaquim Costa

Natural de S. Vítor, Braga, nasceu em 1964. Frequentou o Seminário da Arquidiocese de Braga e foi ordenado sacerdote em 1989. Iniciou a sua atividade (1989-1993) como pároco das Paróquias de Fontarcada e Oliveira, Póvoa de Lanhoso. Foi professor de EMRC na Escola C+S Prof. Gonçalo Sampaio e depois na Secundária da Póvoa de Lanhoso. No período de 1993-1996, fez uma missão de estudo e formação em Paris e assistência pastoral aos migrantes portugueses. Entre 1996-1998, assumiu a função de Vice-reitor do Seminário Maior e pároco da Cividade (1997-1998). De 1998 a 2007 desempenhou o cargo de Diretor do Seminário de Nossa Senhora da Conceição. A partir de 1999 foi Presidente do Secretariado de Pastoral Litúrgica e Membro do Conselho Permanente do Conselho Presbiteral. Em 2004, foi nomeado como Membro do Cabido. Em 2006, assumiu a missão de pároco da Sé e de S. João do Souto e Presidente da Direção do Patronato de Nossa Senhora da Torre. Assumiu a função de Arcipreste de Braga entre 2009 e 2014 e foi nomeado pároco da Cividade em 2011. Atualmente é Vigário Geral da Arquidiocese de Braga e pároco da Sé, S. João do Souto e Cividade e Presidente da Direção do Patronato de Nossa Senhora da Torre.

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Fotografia de Paula Sepúlveda
Paula Sepúlveda

Oftalmologista e bracarense de corpo e alma, cedo compreendeu que a visão é, por excelência, o sentido que nos liga ao mundo. Perder a capacidade de ver é uma das maiores adversidades que o ser humano pode enfrentar. Consciente dessa realidade, decidiu colocar o seu conhecimento e experiência ao serviço dos mais desfavorecidos, ajudando-os a recuperar não apenas a visão, mas também a autonomia e a esperança. Movida por um profundo espírito de missão e solidariedade, colabora de forma totalmente “pro bono” com diversas instituições, entre as quais: Crianças do Centro Social Padre David de Oliveira Martins; Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga; Crianças e Religiosas do Colégio de Nossa Senhora das Graças; Crianças dos Minilares da Fundação Bomfim e Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO). É ainda responsável pela Missão Visão Guiné, missão humanitária integrada na Associação ANA (www.associacao.org), deslocando-se regularmente à Guiné para realizar consultas e cirurgias oftalmológicas junto das populações mais carenciadas. Se a sua ajuda já é determinante em “casa”, na Guiné assume uma dimensão verdadeiramente transformadora – tanto para quem recebe, como para quem dá.

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Fotografia de Hugo Delgado
Hugo Delgado

Nasceu em 1975 em Braga, formou-se em Fotografia e Fotocomposição. Com passagem pelas mais prestigiadas publicações nacionais e internacionais, como o Público, La Republica, Time, The Guardian, Parismatch, El País, National Geographic, Expresso e Courrier Internacional, conta já com inúmeros prémios, entre os quais, em 2002, o 1.º prémio do Concurso de Fotojornalismo Visão/WorldPress Photo (categoria de notícias), que o distinguiu ainda no ano seguinte com duas menções honrosas sob o tema “Vida Quotidiana”. Nesse mesmo ano obteve ainda uma menção honrosa na categoria de Retratos no Prémio Internacional de Fotografia Europress. Em 2003, conquista o 1.º prémio de fotojornalismo do Clube de Jornalistas de Braga e, em 2005, é galardoado pelo Concurso de Fotojornalismo Visão/Bes com mais uma menção honrosa na categoria de “Vida Quotidiana”, para a qual concorreu com um trabalho associado ao projeto “África, retratos de um quotidiano”. Já em 2006 obtém mais uma menção honrosa no Concurso de Fotojornalismo Visão/Bes na categoria também de “Vida Quotidiana”. Desde aí tem sido convidado para júri de vários concursos fotográficos pela Europa. Atualmente é fotojornalista da Agência WAPA e da Agência Lusa onde continua diariamente a publicar na imprensa nacional e internacional, tem fotografias publicadas em inúmeros livros e catálogos e tem ainda em permanência, exposições a decorrer em museus e galerias prestigiadas.

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Fotografia de Jorge Ulisses
Jorge Ulisses

Nasceu em 1940 no concelho de Mangualde. Concluiu o Curso Superior de Escultura, na Faculdade de Belas Artes do Porto, tendo sido bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Em 1966 veio para Braga lecionar no Liceu Sá de Miranda e por cá ficou, nesta cidade que assume como sua, onde tem desenvolvido grande parte do seu trabalho artístico. Do seu brilhante percurso destacam-se as seguintes exposições individuais: Casa-Museu Nogueira da Silva, Braga (1983); Galeria Woodlot, Sheboygan, USA (1983); Galeria Sargadelos, Barcelona (1987); "As Frágeis Naturezas", Cooperativa Árvore, Porto (1989); Galeria E.G., Porto (1992); Casa dos Crivos, Braga (2010); 20 "Andante Tranquilo", Museu da Escola Secundária Sá de Miranda. A nível coletivo participou, também, em inúmeros projetos, nomeadamente: Exposição Inaugural, Cooperativa Árvore, Porto (1963); Exposição Internacional de Arte da Medalha, Cracóvia, Polónia (1975); Centenário da E.S.B.A.P., Porto (1980); "O papel como suporte", Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (1982); III Exposição Internacional de Arte, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1986); Antologia do Desenho Séc. XX, Cooperativa Árvore, Porto (1987); executou a Estátua do Papa João XXI (após vencer concurso público), localizada no átrio da Faculdade de Filosofia de Braga (1994). Executou igualmente os bustos de Maria Ondina Braga e do Mestre José Veiga, localizados na Avenida Central, em Braga.

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Fotografia de José Gonçalves
José Gonçalves

José Gonçalves, também conhecido por “Zé Violas”, nasceu em Braga, a 5 de agosto de 1969. Filho mais novo de António Gonçalves, desde cedo ficou fascinado por esta arte e assim deu continuidade à herança familiar e marcante tradição de um ofício bracarense, o de violeiro. Começou muito jovem, com cerca de 12 ou 13 anos, a embrenhar-se na arte de construir, de forma artesanal, os tradicionais cordofones portugueses: cavaquinhos, guitarras portuguesas, bandolins, violas braguesas, campaniças, beiroas e amarantinas, entre outros. No presente, José Gonçalves dedica-se a construir estes instrumentos em pau santo, mogno, nogueira ou pinho de Flandres, com embutidos de ébano e de madrepérola. Mas o que realmente marca a diferença deste trabalho artesanal é o acabamento final: o som, a afinação e o design únicos, que encantam muitos músicos e colecionadores, habituais clientes do artesão. A sua dedicação, o seu saber, a sua experiência, o seu gosto, a sua paixão por esta arte, tem permitido dar continuidade a um trabalho singular, que leva alegria ao coração das pessoas com o som das cordas dos seus instrumentos, promovendo com grande orgulho a tradição cultural e a identidade portuguesa.

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Fotografia de Marta Lobo de Araújo
Marta Lobo de Araújo

Natural de Vila Verde, reside em Braga desde os 11 anos de idade. O seu percurso académico superior (licenciatura, mestrado e doutoramento) foi realizado na Universidade do Minho. É Professora Catedrática no Departamento de História do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e Curadora do Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga. Integra como investigadora o Lab2PT, é membro da Academia Portuguesa da História e Diretora da Revista Bracara Augusta. Desenvolve investigação nos campos da História Social, com incidência particular na História das Misericórdias, e da História Religiosa da Época Moderna. Publicou diversos artigos em revistas especializadas e indexadas, é autora de vários livros e capítulos de livros, num total de mais de 300 trabalhos. Coordenou e dirigiu diversas obras. Recebeu prémios e homenagens de índole académica e cívica. Em 2018 foi galardoada com a medalha de prata da cidade de Braga. Participou, enquanto investigadora e coordenadora, em vários projetos científicos. A sua atividade científica tem reconhecimento internacional, tendo realizado comunicações em congressos, seminários, colóquios e conferências, em distintas universidades portuguesas e estrangeiras. Possui uma forte ligação à comunidade local com quem mantém uma permanente colaboração.

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Fotografia de António Araújo
António Araújo

Natural de Braga, tem 64 anos. Desde 1987 que dedica uma boa parte do seu tempo ao movimento associativo, sendo uma referência de entrega, solidariedade e liderança na comunidade em que se insere. Dirigente do Sporting Clube Leões das Enguardas há várias décadas, exerce atualmente as funções de presidente da Direção. Contando já mais de trinta anos de presidência, este percurso tem sido marcado pelo crescimento do clube, pelo incentivo à prática desportiva e pelo forte espírito comunitário. Do seu trajeto associativo destaca-se ainda a sua ligação à Associação de Basquetebol de Braga, na qual assumiu as funções de Vice-Presidente e à Associação de Moradores das Enguardas, na qual foi fundador e é atualmente Presidente. Sob a sua orientação, a associação foi reconhecida com a Medalha de Grau Ouro atribuída pela Câmara Municipal e distinguida como “Empresa Solidária” pela Cruz Vermelha Portuguesa. Por sua iniciativa, têm sido promovidas diversas atividades de envelhecimento ativo, incluindo aulas de ginástica, yoga, dança, informática e rastreios de saúde, contribuindo para uma comunidade mais inclusiva e saudável. Demonstrando especial atenção à comunidade e às suas necessidades, foi ainda criado um balneário social nas instalações do Sporting Clube Leões das Enguardas, para apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade, garantindo condições básicas de higiene e dignidade.

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Fotografia de Mário Meireles
Mário Meireles

Tem 37 anos, é doutorado pela Universidade do Minho em Sustentabilidade do Ambiente Construído, mestre em Engenharia Urbana e licenciado em Engenharia Informática. É trabalhador dos Transportes Urbanos de Braga, onde liderou a conceção e implementação do sector dos Estacionamentos Urbanos de Braga. Desempenha funções autárquicas enquanto vereador (sem pelouros) na Câmara Municipal de Braga e integrou a Junta de Freguesia de São Victor (2012-2025). É Presidente da Mesa da Assembleia Geral da MUBi. Foi Presidente da Braga Ciclável (2012-2025), Vice-Presidente da FPCUB (2022-2024), da Braga Mais (2017-2019), Membro dos órgãos sociais da Associação de Festas de São João (2014-2018) e do Grupo Folclórico Dr. Gonçalo Sampaio (2014-2019). No movimento associativo tem ensinado crianças e adultos a usar a bicicleta, dinamizado passeios de promoção da bicicleta como modo de transporte, liderado a criação do Banco de Doação de Bicicletas em Braga. Lançou o Inquérito Nacional à Mobilidade em 2023, representou a FPCUB na Estratégia Nacional da Mobilidade Ativa, e participou em várias reuniões de trabalho na promoção do andar a pé, de bicicleta e de transporte público. É investigador, consultor na área da Mobilidade e Urbanismo, membro da Ordem dos Engenheiros e autor do livro “Mobilidade em Braga: Reflexões para um futuro melhor”.

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