Manuel Correia

Manuel Correia iniciou o seu percurso como fotógrafo em 1986. O seu trabalho tem inspiração no Património, na Arte, na Cultura Tradicional e na sua própria história, oscilando entre a memória pessoal e a colectiva. Nos últimos doze anos tem dedicado a sua actividade a projectos de cariz conceptual, dos quais resultaram várias publicações e exposições, num procedimento quase documental no património cultural e artístico. Nas produções mais recentes, as paisagens, as personagens e situações assumem o registo visual do imaginário de nómada. Desde 2008 que colabora com investigadores e curadores de museus, tendo desenvolvido projectos dedicados à arte e à fotografia contemporânea. Integrou em 2012 o projecto Ano de Portugal no Brasil com a exposição Sangue e Água, no Museu Afro Brasil, em São Paulo, fez parte da exposição de arte contemporânea com 42 artistas Portugueses como Paula Rego, Joana Vasconcelos, Jorge Molder, ?Portugal Portugueses? no Museu Afro-Brasil, São Paulo, em Setembro de 2016 e fez parte da exposição ?Os Africanos? no Museu Afro-Brasil em São Paulo. Desenvolve há cinco anos um projecto fotográfico sobre o poder tradicional em Angola, que será concluído em 2019 e começou um outro projecto em 2018 na Mauritana sobre as pescas artesanais desse país. Desenvolves neste momento um projecto sobre as aldeias históricas do Norte de Portugal. Entre os principais projetos pessoais e publicações que desenvolveu destacam-se os livros de autoria: Modos de Vida (2008), Tecnologia com Arte (2008), Recepção e Expedição (2010), Sangue e Água (2011), Distant Song (2012), Kilimanjaro and Porters (2015), Taytacha Qoylluriti (2016) e Por outro lado, a sombra dita a luz (2016), Fresh Food(2016) e Máquinas Como Nós(2018)

Atividade:Fotógrafo

  • Manuel Correia

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