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Galardões continuam enquanto unirem Braga

O Parque de Exposições de Braga engalanou-se sexta-feira à noite para mais uma edição dos ?Galardões A Nossa Terra?, organizados pela Direnor. No final, José Ferreira, mentor da iniciativa, garantiu que «Os Galardões só continuam enquanto servirem para unir as gentes de Braga».


DIRENOR premiou mais 24 pessoas ou instituições bracarenses
«Galardões "A Nossa Terra" continuam enquanto servirem para unir Braga»

O Parque de Exposições (PEB) engalanou-se, anteontem, uma vez mais, para mais uma edição dos "Galardões a Nossa Terra de Braga", organizados pela Direnor. No final José Ferreira, mentor da iniciativa, estava satisfeito, mas garante que "os galardões só continuam enquanto servirem para unir as gentes de Braga".
Na abertura do espectáculo, que incluiu a entrega dos "Óscares de Braga", e um sarau cultural, José Ferreira lembrou os objectivos da iniciativa: premiar o mérito e o trabalho profissional e voluntariado dos bracarenses.
Os regulamentos não permitem que uma entidade ou personalidade seja premiada mais do que uma vez na mesma categoria. O director da Direnor garante que as regras continuam a fazer sentido, tendo em conta que há muitos bracarenses com mérito que ainda não foram premiados.
Apesar de saber que existe alguma contestação, uma ou outra pessoa que discorda, gostou de saber que a esmagadora maioria continua a valorizar os galardões. "Nós entregados 24 galardões e quase todos os premiados estiveram presentes. Alguns não vieram apenas porque estavam doentes. É sinal que os premiados, tanto individual como colectivamente, valorizam os galardões e a iniciativa em geral", explicou ao Diário do Minho. Aliás, quando questionado se os galardões a Nossa Terra são para continuar, José Ferreira diz-se convicto que sim, uma vez que a iniciativa é bem vista na sociedade. No entanto, mostrou-se desprendido na eventualidade de se acabar com ela. "O prémio foi instituído num sentido positivo, com a intenção de valorizar o mérito e dar a conhecer o trabalho dos bracarenses.É que sabemos que há gente com valor em Braga que são como estrangeiros na própria terra. Ninguém sabe o trabalho que fazem. E esta é uma forma de unir os bracarenses. Mas quando sentirmos que esse objectivo não está a ser conseguido, que os ruídos são superiores às palmas, então os galardões não fazem sentido. Continuam enquanto servirem para unir Braga e os bracarenses", disse ao DM.

Premiados agradecem e enaltecem a iniciativa

Os premiados mostram-se sintonizados com a organização. Agradeceram os troféus e enalteceram a iniciativa, considerando que ajuda a unir os bracarenses e a valorizar o trabalho das pessoas e das instituições. Por exemplo, o reitor da Universidade do Minho, António Cunha, realçou o facto da Direnor ter, desde o início, criado um prémio para "Ciências e Educação". "É um prazer e uma honra receber este prémio", disse, dedicando-o, entre outros, a Carlos Bernardo, outro nomeado.
Por seu turno, o fundador da Paularte, empresa vencedora do galardão "Empresa Sector Industrial", dedicou o galardão aos clientes, amigos e operários; e pediu aos jovens para fugirem às facilidades e enfrentarem dificuldades. "Porque só assim podem estar preparados para enfrentar as dificuldades da vida".
Eis a lista de todos os premiados conhecidos anteontem na gala: A Casa de Saúde de S. Lázaro venceu o galardão na categoria Empresa Sector Comércio e Serviços; a Paularte foi distinguida na de Empresa Sector Comercial; a Pastelaria S. João ganhou na categoria Empresa Sector Hotelaria/pastelaria e restauração; o galardão para o prémio juventude foi para o arquitecto Hugo Pires, vereador da Juventude e Protecção Civil da Câmara de Braga.
Elisa Lessa, professora de Música, especialista em Educação Musical e fundadora da Orquestra de Câmara do Minho arrebatou o galardão na categoria de Música; Miguel Guimarães "Clemente", ganhou na categoria de Artes Tradicionais e Populares; enquanto que Fernando Almeida, um dos fundadores da Federação de Pais do Distrito de Braga, tendo presidido também a "In Família" e "Ser e Saber", venceu no item Associativismo.
A directora do Museu D. Diogo de Sousa, Isabel Silva, foi galardoada na categoria Artes e Cultura. O Enterro da Gata, ganhou o prémio Associação Cultural e Recreativa. Jessica Augusto venceu na categoria de Desporto, enquanto que o Soarense Sport Clube, um dos mais antigos clubes da cidade, arrebatou o prémio Associação Desportiva.
A Quinta Pedagógica foi a mais votada na categoria organismo de Serviço Público. A Junta de Freguesia de Gualtar destacou-se na categoria com o mesmo nome: o reitor da Universidade do Minho, António Cunha ganhou o galardão no item Ciência e Educação; a categoria Evento foi para o Enterro da Gata.
O galardão Entidade Área de Ensino foi para o Colégio D. Diogo de Sousa; João Sousa, do centro Social Santo Adrião recebeu o prémio Altruísmo. O prémio Instituição de Solidariedade Social de 2010 foi para a ACAPO. Vale a pena sublinhar o discurso de Filipe Azevedo, da ACAPO, que pediu união e esforço na ajuda aos que mais precisam e aos marginalizados, assim como oportunidades iguais para todos. Na categoria Carreira, saiu vencedor Artur Mesquita que, no palco, fez saltar largas gargalhadas à plateia. Fernando Moura Machado foi lembrado na categoria Saudade; enquanto que António Salvador, presidente do Sporting Clube de Braga, venceu o galardão Personalidade. O prémio Entidade foi para o Mosteiro de Tibães.
A XIII edição dos galardões atribuiu o prémio Mérito Bracarense ao treinador do Braga Domingos Paciência, a título Individual; e à Arquidiocese de Braga a nível colectivo. Estes prémios já eram conhecidos.

Galardão à Arquidiocese de Braga veio num momento oportuno

A Arquidiocese de Braga foi galardoada com o prémio Mérito Bracarense, a nível colectivo, na edição 2010 dos "Galardões a Nossa Terra". Na hora de receber a distinção, D. Jorge Ortiga considerou que o prémio veio num momento oportuno, como reconhecimento do trabalho realizado.
De acordo com o Arcebispo de Braga, a Arquidiocese de Braga faz um trabalho enorme, que é invisível para muita gente. Assim, este galardão tem um significado simbólico, fundamentado na longa história desta arquidiocese e naquilo que realizou no passado.
"Mas eu não me resigno a fazer da Arquidiocese de Braga uma recordação histórica. Ela está viva e tem que estar actuante. Mas a arquidiocese de Braga não é só o arcebispo, nem alguns padres ou pessoas que pertencem a esta ou aquela associação. É de todos os cristãos", lembrou.
De acordo com o prelado, para que a Arquidiocese esteja viva é necessário que os cristãos se empenhem e se comprometam em toda a dinâmica pastoral da diocese, sobretudo neste conturbado período que vivemos.
"Quer na área da cultura. quer na área do património, quer no empenho social, sobretudo nesta área, é preciso criar uma sociedade toda ela mais fraterna e mais amiga, considera.
D. Jorge Ortiga diz que, como é óbvio, a Igreja não anda à procura de prémios nem de galardões, mas quando acontecem servem para dizer que vale a pena dar a vida pelas causas nobres.
Por outro lado, classifica de fundamental que os crentes percam a vergonha de mostrar o que são e o que devem e podem fazer. "Temos tanto para fazer e para mostrar a grande generosidade que está no amor. Devemos potenciar este amor e generosidade com coragem e ousadia", pediu, dirigindo-se à plateia.


Galardões proporcionaram sarau de bracarenses para bracarenses

Os "Galardões A Nossa Terra" voltaram a proporcionar um bom espectáculo de música, dança e teatro. Tratou-se, uma vez mais, de um bom sarau cultural de bracarenses para bracarenses.
Respeitando os regulamentos impostos desde o início, todos os grupos e elementos que proporcionaram o espectáculo de anteontem, actuaram pela primeira vez nos Galardões. E a XIII edição revelou mais talentos de Braga, muitos deles desconhecidos pela maioria dos bracarenses.
O objectivo é não repetir grupos, mantendo a qualidade, com a "prata da casa". E José Ferreira ficou rendido a estes novos grupos que actuaram anteontem, considerando que a qualidade manteve-se.
A gala dos Galardões tem sido, de facto, um palco privilegiado para confirmar talentos e divulgar grupos e associações. Ontem, o público, premiados e convidados, renderam-se às actuações dos grupos e individualidades. Destaque para as actuações da banda Sinal, que deu música para telenovelas de grande audiência em Portugal, nomeadamente "A Outra", "Feitiço de Amor", ou "Flor de Mar", todas da TVI.
Também a jovem Catarina Gomes, encantou a plateia, cantando para "as gentes da sua terra", temas como "Ó gente da minha terra", de Mariza; e "Longe do Mundo" de Sara Tavares. No fado, esteve acompanhada por Manuel Lima e Henrique Lima, pai e filho.
Por sua vez, o Grupo Apocaplise animou os presentes com três temas, com natural sublinhado para o gospel "Oh happy day", numa mistura português/inglês.
O Tin.Bra, grupo de teatro infantil de Braga, voltou este ano ao palco para apresentar uma peça teatral, depois de em 2009 ter recebido o prémio na categoria Associação Cultural e Recreativa.
O sarau cultural foi aberto pelo IPUM - Percussão Universitária do Minho. O grupo de dança clássica do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian apresentou "Momento Romântico", uma coreografia montada para o evento.
O espectáculo foi apresentado por Manuel Lago, da Antena Minho e Márcia Silva, da Esposende Rádio.

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