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Braga deve afirmar-se como uma cidade inclusiva

O Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, defendeu que a cidade de Braga deve assumir os valores que presidiram à sua fundação para se afirmar como uma cidade inclusiva onde ninguém se sinta excluído. Aproveitando a atribuição do Prémio Saudade ao seu antecessor, D. Eurico Dias Nogueira, o líder espiritual da Igreja bracarense não deixou de ligar o simbolismo do galardão à saudade que também sente pelo modelo humanista que marcou Bracara Augusta como a ?cidade dos arcebispos?.
?Foram muitos anos, foram muitos séculos de construção de uma cidade. Não através de um senhorio, mas através de serviço e da entrega a causas humanas?, disse D. Jorge, acrescentando que essa dedicação dos fundadores da ?terceira cidade? do país também é atestada pelos muitos monumentos espalhados pela Bimilenar Bracara Augusta.
?É esta saudade que eu tenho. Uma saudade também feita da vontade de querer que a cidade de Braga seja construída mais à medida do homem e onde todos caibam. Uma cidade onde não haja excluídos e onde, efetivamente, aqueles que são um pouco mais marginais sejam acolhidos por todos, numa vivência da verdadeira caridade cristã e do amor?, disse o prelado.
O Arcebispo Primaz, que falava na cerimónia da entrega dos galardões ?A Nossa Terra?, vincou que foi ?um prazer muito grande receber o galardão em nome de uma pessoa marcada pela saudade?. ?D. Eurico Dias Nogueira foi alguém que amou Braga durante muitos anos?, continuou D. JorgeOrtiga, dando nota da ?capacidade para servir? do seu antecessor.
A propósito, o Arcebispo de Braga convidou todos os presentes a marcarem encontro na Sé catedral, no dia 19 de maio, data do aniversário do falecimento de D. Eurico Dias Nogueira.
Joaquim Martins Fernandes

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