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Braga: XIII Galardões "A Nossa Terra" - Uma noite de Gratidão

O MOMENTO MAIS DESCONTRAÍDO

O momento mais quente da noite aconteceu com o prof. Artur Mesquita, contemplado com o prémio "Carreira" que recordou alguns dos momentos da sua vida, vincado o lado divertido. António Cunha partilhou o galardão com outro dos nomeados, o prof. Carlos Bernardo, referência do Reitor da Universidade do Minho na ciência e investigação.


DE ELISA LESSA A JESSICA

Elisa Lessa (à esquerda) venceu a categoria da Música, na noite que sagrou outras mulheres como Jessica Augusto, Desporto (à direita), e Isabel Silva (Museu D. Diogo). O Colégio D. Diogo de Sousa venceu a categoria de Ensino, João Sousa é o altruísta do ano pelo seu Centro S. Adrião, Manuel Clemente venceu nas Artes Tradicionais e o Soarense confirmou-se no Desporto, enquanto a Pastelaria S. João dominava a Restauração e Pastelaria.O Enterro da Gata foi o acontecimento do ano que consagrou António Salvador e evocou com saudade Fernando Moura Machado. Para a Quinta Pedagógica foi a Torre de (ho)Menagem do organismo público, enquanto Domingos Paciência e a Diocese eram eleitos pelos leitores como os "ases" do mérito individual e colectivo, respectivamente.


Gratidão destrona a maledicência
O Parque de Exposições de Braga acolheu sexta-feira a noite a gala de entrega dos galardões "A Nossa Terra", uma festa da gratidão contra a maledicência, a inveja e a mesquinhez.

O talento, a dedicação, empenho, perseverança e qualidade de servir a comunidade inspiraram os 28 galardões "A Nossa Terra" entregues sexta-feira à noite no Parque de Exposições de Braga, que acolheu uma festa da gratidão contra a maledicência, a inveja e a mesquinhez.
A XIII edição dos galardões "A Nossa Terra" constituiu mais um momento de afirmação de Braga como terra de valores num sarau apresentado por Manuel Lago e Márcia Silva que abriu o ritmo da percussão do grupo IPUM, prossegui com um grupo de dança da Calouste Gulbenkian e se animou com as canções de Catarina Gomes (EB 2/3 de Nogueira) e dos grupos Apocalipse (Igreja do Carmo) e Sinal.
Antes do desfile dos galardoados, o Tin.Bra deliciou a plateia com as "Palavras à Janela", dando o mote para José Ferreira dar a conhecer os procedimentos desta iniciativa que reuniu, este ano, mais de 800 pessoas no júri que escolheu os 24 homenageados entre 88 nomeados também consagrados nesta noite.
Os convidados recebiam à entrada um cupão para um sorteio de dois fins-de-semana e uma revista que evoca as 12 edições anteriores e inclui o perfil dos nomeados unidos pelo "amor a Braga que o seu trabalho manifesta" - destacou José Ferreira.
O responsável pela Direnor lembrou algumas pessoas com "saudade" - como o Mestre José Veiga, Peixoto Rodrigues, Alfredo Barros, Con. Eduardo Melo, Lúcio Craveiro, etc. - desafiando os presentes a "polar em redor e descobrir o valor que está à nossa volta" para "valorizar o lado bom das entidades e das pessoas que contribuem para que Braga seja mais capaz e possa chegar mais longe".
Depois de agradecer a alguns mecenas que, desde da primeira hora, têm apoiado esta iniciativa , Manuel Lago e Márcia Silva iniciaram a longa maratona de eleição dos melhores entre os que melhor dão de si em prol de Braga e do seu desenvolvimento. Em próxima edição apresentaremos mais pormenores deste sarau.


JOÃO PAULO, DA EMPRESA PAULARTE, DEDICOU GALARDÃO
?Melhores operários do mundo?

Um dos primeiros momentos altos foi protagonizado por João Paulo, fundador da Paularte, empresa de mobiliário que notabiliza o sector em Braga pela capacidade inovadora. Quando afirmou que aquele troféu era dedicado aos "meus trabalhadores que são os melhores operários do mundo". João Paulo evocou a sua aprendizagem na Escola Carlos Amarante onde nasceram tantos artistas e empresários do sector e desafiou os jovens a não escolherem o caminho da facilidade.
Hugo Pires arrebatou o troféu para a juventude, comentando que este galardão "aumenta a minha responsabilidade após a eleição de Braga como a Capital Europeia da Juventude".
Momentos de grande ternura foram vividos com a entrega dos troféus (música) a Elissa Lessa e à ACAPO de Braga (cegos e amblíopes). A primeira recordou as primeiras aulas de música na Casa Municipal de Cultura e todo o caminho percorrido até hoje com a afirmação da futura Escola de Música no Carandá e a licenciatura na Universidade do Minho. Elisa Lessa lembrou Lúcio Craveiro - quando este lhe disse um dia: "Não diga isso, não se pode viver sem música" - e dividiu o troféu com os seus colegas, professores e alunos.

D. Jorge Ortiga:
"A diocese não sou eu"

Depois de entregue o troféu à personalidade do ano, António Salvador que não enjeitou as suas "responsabilidades (sociais, desportivas e empresariais) no futuro", coube a D. Jorge Ortiga receber o galardão para a "entidade", a Diocese de Braga.
Lembrando que "a diocese não sou eu, somos todos", o Prelado espera que este troféu seja "estímulo para continuarmos a servir todos, sem excluir ninguém em especial os mais desprotegidos da sociedade", de modo a construirmos uma comunidade onde "o pessimismo e alarmismo não tenham lugar?.

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Convidados - Galardões XVIII edição - Edição XVIII, 2015